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Para conter bolsonaristas, Helder proíbe atos no Pará e aciona Secretaria de Segurança

Em Santarém, seguidores de Bolsonaro mobilizam ato para segunda (30), contra medidas de prevenção ao coronavírus; VÍDEO

Para conter bolsonaristas, Helder proíbe atos no Pará e aciona Secretaria de Segurança Helder Barbalho com a cúpula da Segurança Pública do Pará Notícia do dia 27/03/2020

DEAMAZÔNIA BELÉM, PA - O governador Helder Barbalho (MDB) determinou, nesta sexta-feira (27/03), que a Secretaria de Segurança Pública atue contra manifestações ou qualquer ato no Estado, que descumpra o decreto, assinado por ele, que proíbe aglomerações que possam disseminar a pandemia do coronavírus no Pará e colocar em risco a vida população

 

Nesta quinta-feira (26/03), Bolsonaro lançou a campanha “Brasil não pode parar” para estimular a população a protestar contra os governos dos Estados, que adotaram medidas preventivas por causa da pandemia. O Pará foi um deles.

 

Desde esta sexta-feira (27), em algumas capitais, bolsonaristas organizavam atos em apoio ao presidente, para conclamar moradores a deixar a quarentena, com a argumentação de que somente idoso contrai a Covid-19.

 

Em Santarém, Oeste do Pará, empresários se mobilizavam, pelas redes sociais, para realizar carreata na segunda-feira (30) em apoio ao presidente. No Estado, o comércio funciona com horário reduzido, em cumprimento ao decreto do governador.  Mas, empresários-seguidores de Bolsonaro querem o fim do isolamento.  

 

Em tom duro, Helder gravou um vídeo para informar que não vai permitir, que essas manifestações exponham o paraense a contaminação. E acionou a Secretaria de Segurança do Estado e as Policiais Militar e Civil para agir.  

 

“Na condição de governador, e com a obrigação de proteger a nossa população, quero comunicar que não permitiremos, em nosso Estado, que sejam feitas manifestações, carreatas e outras aglomerações com o intuito de expor a sociedade paraense, para que volte as ruas e com isto se exponha ao risco de contaminação do coronavirus”, afirmou Helder Barbalho.

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