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Sindicato de Jornalistas do Pará denuncia à Polícia que é falsa acusação de racismo

Vito Gemaque registrou boletim de ocorrência sobre o que ele chama de ‘ataques’ em processo eleitoral do Sindicato

Sindicato de Jornalistas do Pará denuncia à Polícia que é falsa acusação de racismo Vito Gemaque, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará Notícia do dia 07/11/2023

DEAMAZÔNIA BELÉM, PA - Acusado de suposto racismo em nota da Associação Internacional dos Jornalistas da Amazônia (AIJAM), o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará (Sinjor-PA), Vito Gemaque, procurou a delegacia de Polícia e registrou boletim de ocorrência contra crime de calunia.

 

No dia 4 de novembro, a AIJAM divulgou nota de Repúdio contra o presidente do Sindicato publicada nos principais portais de notícias do Pará.

 

A AIJAM é uma entidade criada em 2022 e seria ligada à chapa de oposição a eleição da nova diretoria do Sinjor, que será realizada no dia 20 de novembro. Vito Gemaque é candidato a reeleição.    

 

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Vito disse que esta não é a primeira vez que ele é atacado em meio à campanha da eleição do sindicato.

 

A confusão começou depois de uma denuncia de que a chapa 2, estaria oferecendo auxílio a jornalistas sindicalizados para votar na eleição, o que configuraria aliciamento ao eleitor.

 

“Tem muitas pessoas que passam anos sem pagar e, para votar em novembro, precisam estar em dia com o Sinjor. Mas, para isso, pedimos que seja o próprio associado que solicite a regularização, não uma terceira pessoa. E foi por explicar isso às pessoas que a discussão começou“, afirma Vito.

 

A direção do Sindicato explicou as condições de regularização,  e depois foram surpreendidos com a acusação de impedir que associados fossem regularizados, o que segundo o presidente não é verdade.

 

“A discussão esquentou quando impedimos um jornalista de solicitar a regularização de outros filiados. E depois, para a nossa surpresa, foi publicada uma nota em veículos de Belém como se nós estivéssemos o expulsado da sede e o ofendido, coisa que nunca ocorreu. E pior, por conta da cor da sua pele. Isso é um absurdo!“, completou o presidente do Sinjor.

 

Veja a NOTA publicada pela AIJAM

 “A Associação Internacional dos Jornalistas da Amazônia – AIJAM repudia, com veemência, a violência e o preconceito racial praticado contra o jornalista Mauro José dos Reis Araújo, o “Mauro Black”, pelo atual presidente do Sindicato dos Jornalistas do Pará, Vito Gemaque, e pela tesoureira da entidade, Carolina Pombo, episódio lamentável, ocorrido dentro da sede do Sinjor-Pa. Na tarde de sexta-feira, 3, Mauro Black, na sua condição de negro, foi agredido verbalmente, com graves denúncias e palavras de baixo calão, por dois jornalistas que compõem a diretoria de um sindicato que deveria respeitar os direitos de seus filiados, bem como de qualquer cidadão“, diz a nota.

 

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