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Sespa dá suporte a pessoas com deficiência durante a primeira ‘Romaria da Acessibilidade’

14ª procissão da quadra nazarena foi idealizada para o público com deficiência ou mobilidade reduzida

Sespa dá suporte a pessoas com deficiência durante a primeira ‘Romaria da Acessibilidade’ Notícia do dia 21/10/2023

Por Caroliny Pinho (SESPA)

 

DEAMAZÔNIA BELÉM, PARA - Inédita na história centenária da Festividade de Nazaré, a Romaria da Acessibilidade, realizada na manhã deste sábado (21), foi marcada por muita emoção e gratidão dos romeiros, que participaram das homenagens a Nossa Senhora de Nazaré em cadeiras de rodas, com o apoio de bengalas, abafadores de ruídos e da solidariedade de parentes e amigos.

A 14ª procissão da quadra nazarena foi idealizada para o público com deficiência ou mobilidade reduzida. A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) deu suporte aos participantes, entregando abafadores a pessoas com sensibilidade auditiva e mantendo um ponto de atendimento na Travessa Quintino Bocaiúva com a Avenida Nazaré.

"Nós temos aqui médicos, enfermeiros e toda uma equipe de suporte para receber o romeiro que estiver muito cansado ou debilitado. Temos à disposição ambulância e cadeira de rodas para qualquer emergência, e assim atender à pessoa com deficiência da melhor forma possível”, disse Iracy Tupinambá, coordenadora estadual da Pessoa com Deficiência da Sespa.

 

Foto: Rodrigo Pinheiro (Agência Pará))

 

Trajeto

A romaria saiu da Basílica Santuário de Nazaré as 8 h e seguiu pela Rua Dom Alberto Gaudêncio Ramos, avenidas Generalíssimo Deodoro e Brás de Aguiar, Travessa Quintino Bocaiúva e Avenida Nazaré. “É muito importante ter essa romaria, pois há muitas pessoas com deficiência que não conseguem acompanhar o Círio ou a Trasladação por ter muita gente em ambos. Aqui a gente consegue ter todo o apoio necessário, sem o sufoco da multidão e com adaptações, como o mapa acessível que poderia ser instalado no celular, além de pessoas da saúde dando apoio para quem precisa”, disse a jornalista Thaiane Martins, que é deficiente visual.

Ao longo do trajeto não houve queima de fogos, e o público contou com audiodescrição e tradução em Libras (Língua Brasileira de sinais) da procissão, feita por voluntários da Festividade que estavam no caminhão de som.

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