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“Quantas vidas seriam salvas?”, diz Paulo Rocha, após Bolsonaro recusar 70 milhões de doses da Pfizer

Executivo da farmacêutica disse a CPI que se governo tivesse respondido a tempo para Pfizer, Brasil poderia ter vacinado 1,5 milhão de pessoas em dezembro, do ano passado

“Quantas vidas seriam salvas?”, diz Paulo Rocha, após Bolsonaro recusar 70 milhões de doses da Pfizer Senador Paulo Rocha Notícia do dia 14/05/2021

DEAMAZÔNIA BELÉM, PA  - O senador Paulo Rocha (PT/AM) não poupou críticas ao presidente Jair Bolsonaro, depois que o diretor da Pfizer na America Latina, Carlos Murillo, confirmou em depoimento a CPI da Pandemia no Senado, nesta quinta-feira (13/5), que o ministério da Saúde ignorou a oferta de 70 milhões de doses de vacina da covid-19 em agosto de 2020.

 

“Quantas vidas poderiam ter sido salvas e não foram?”, questionou Paulo Rocha, com comentário em sua conta no twitter.  

 
 
 
 
 
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Segundo o executivo, que era presidente da Pfizer no Brasil em 2020, a primeira oferta de 70 milhões de doses, em 14 agosto, tinha prazo para resposta de 15 dias — governo ignorou o prazo e a oferta expirou.

 

Carlos Murillo disse ainda que se o governo tivesse respondido a tempo para a Pfizer, o Brasil poderia ter vacinado 1,5 milhão de pessoas em dezembro, do ano passado.  

Á CPI o diretor da Pfizer avaliou que os outros países fecharam o contrato de compra antes da aprovação das agências regulatórias (no caso a Anvisa). Nos EUA, a vacinação começou em 14 de dezembro de 2020 com aprovação emergencial pela FDA, a ‘Anvisa’ americana.

 

Ontem (13/5), os EUA começaram a vacinar adolescentes na faixa etária de 12 anos a 15 anos.

 
 
 
 
 
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