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Prefeito de Oriximiná demite mais seis secretários; esposa e irmão de Fonseca no meio

Em Nota, Argemiro Diniz tranquilizou a população afirmando que mudanças no secretariado 'são necessárias' e assegura que 'serviços públicos não serão interrompidos'

Prefeito de Oriximiná demite mais seis secretários; esposa e irmão de Fonseca no meio Novo Prefeito de Oriximiná, Argemiro Diniz Notícia do dia 18/11/2021

DEAMAZÔNIA ORIXIMINÁ, PA - O novo prefeito de Oriximiná, Argemiro Diniz, continua montando um novo time de secretários para administrar o município, após a cassação pela Câmara do delegado William Fonseca.

 

No dia 16 de novembro, mais seis secretários foram demitidos, dentre os quais a esposa do prefeito cassado, Renata Abreu, que era a secretária de Assistência Social e o irmão do delegado, Edson Siqueira da Fonseca, que era o secretário de Integração Municipal.

 

Outros secretários exonerados são: Joel dos Santos da Cruz, secretário municipal de Educação; secretário municipal de Cultura, Wellington Pantoja Pessoa; secretário Municipal do Meio Ambiente e Mineração, Rubson Rodrigues da Silva e Renan Monteiro Guimaraes, secretário Municipal, de Planejamento.

 

Na semana passada, o prefeito Argemirinho, demitiu a secretária municipal de Finanças, Marines Cattani; o secretário municipal de Administração, Genis Alves Pereira. 

 

Foram nomeados Nielson Figueiredo Magalhães (secretário de Finanças) e Nalva Maria Dias dos Anjos (secretária de Administração). A Prefeitura também tem uma nova tesoureira: Maria Soares Oliveira.

 

Em Nota, o novo prefeito tranquilizou a população e disse que os serviços públicos não serão interrompidos. “Como em qualquer início de gestão, mudanças são necessárias para o bom desenvolvimento de um governo”, diz trecho da Nota.

 

Argemiro Diniz assumiu a prefeitura com a cassação de Fonseca, no dia 22 de outubro. O delegado voltou ao cargo logo em seguida por ordem da Justiça Local, mas no dia 3 de novembro a desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento, do Tribunal de Justiça do Estado (TJPA), cassou a liminar mandando dar posse ao vice-prefeito.

 

Fonseca foi acusado de infração político administrativa por contratar mais de 1,4 mil servidores sem processo seletivo e nem realizar concurso público. O prefeito cassado recorre da decisão.

 

 

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