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Juiz mantém prisão de brigadistas suspeitos de incendiar APA, em Alter do Chão

Advogado de defesa afirma que vai pedir habeas corpus ainda hoje (27)

Juiz mantém prisão de brigadistas suspeitos de incendiar APA, em Alter do Chão (Foto: Divulgação) Notícia do dia 27/11/2019

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - O juiz Alexandre Rizzi, da 1ª Vara de Criminal de Santarém, oeste do Pará, manteve nesta quarta-feira (27/11), durante audiência de custódia, a prisão preventiva dos quatro brigadistas, acusados de incendiar Área de Proteção Ambiental (APA), em Alter do Chão, em Santarém, oeste do Pará.

 

O magistrado afirma que decretou as prisões dos brigadistas baseado nas informações levadas a ele pela polícia de que havia um plano dos suspeitos de atear fogo em outras reservas. E que as prisões foram mantidas para não atrapalhar as investigações e para segurança dos suspeitos.

 

O advogado de defesa Wlandre Leal afirmou que ainda hoje (27), ingressará com pedido de habeas corpus, no Tribunal de Justiça do Pará (TJ/PA). Segundo o advogado Wlandre, o juiz se comprometeu a reavaliar os pedidos de revogação de prisões no prazo de 10 dias, ou seja, na conclusão do inquérito policial.

 

Os quatro presos - Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Aron Cwerner – são suspeitos de colocar fogo, em grandes proporções, na área de mata, em setembro deste ano. Além de desviarem parte dos R$ 300 mil em doações, levantados por ONGs, para investir no combate as queimadas.

 

De acordo com a Polícia, há suspeita de associação criminosa contra os brigadistas, que integram a Brigada de Incêndio de Alter do Chão, organização não governamental (ONG) que atua no combate a queimadas na APA.

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