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Hospital de Santarém pode paralisar por irregularidades do IPG, diz Paulo Gasolina

Vereador cobra prestação de consta do IPG e pagamento de médicos

Hospital de Santarém pode paralisar por irregularidades do IPG, diz Paulo Gasolina Hospital Municipal de Santarém (Foto: Divulgação/mpf) Notícia do dia 22/11/2019

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - O vereador de Santarém, Paulo Gasolina (DEM), denunciou que o Hospital Municipal pode paralisar os serviços devido o Instituto Panamericano de Gestão (IPG), que administra a unidade de saúde, desde 2018, estar irregular com o Conselho Municipal de Saúde e com a Câmara de Vereadores, por não prestação de contas e falta de pagamento de médicos.

 

O contrato assinado pelo prefeito de Santarém, Nélio Aguiar (DEM) com o IPG é de R$ 179 milhões.

 

“Se não pagarem os médicos, quem sai no prejuízo, além dos próprios médicos, são as pessoas doentes, que não são atendidas, porque o médico não vai trabalhar de graça”, afirmou o vereador Paulo Gasolina, na sessão ordinária de quarta-feira (20/11).

 

O parlamentar disse ainda ter documentos que “comprovam a irresponsabilidade” do IPG. Segundo o vereador, o Instituto teria até o dia 31 de janeiro de 2018 para prestar contas, o que não aconteceu.

 

De acordo com Paulo, o IPG não poderia ter participado de nenhum processo de licitação, pois o Ministério Público Federal (MPF) comprovou irregularidades na gestão do Instituto Panamericano de Gestão. “Foi feito um TAC [Termo de Ajustamento de Conduta] e deixaram a empresa se ajustar, e até hoje a empresa não se ajustou para ficar regular perante o município”, afirma o vereador.

 

No dia 25 de outubro, Paulo Gasolina já havia denunciado a gestão do Instituto no Ministério Público Estadual (MP/PA) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Agora, o vereador cobrou, novamente, o presidente da OAB/PA, Alberto Campos, sobre o caso para “mostrar que a empresa atua de forma irresponsável, no atendimento a população”.

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