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Em Santarém, ministros anunciam pacote de ações para combater efeitos da seca no Oeste do Pará

Só de ajuda humanitária são mais de R$ 22 milhões; hoje (15), o ministro das Cidades, ministro do Desenvolvimento Regional, governador e o prefeito de Santarém visitaram comunidades afetadas pela seca

Em Santarém, ministros anunciam pacote de ações para combater efeitos da seca no Oeste do Pará Governador e ministros visitam a região e anunciam o auxílio (Foto: Marco Santos / Ag. Pará) Notícia do dia 15/11/2023

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - O governador Helder Barbalho (MDB) e os ministros das Cidades, Jader Filho, e o da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciaram nesta quarta-feira (15), um pacote de medidas para combater os efeitos da forte estiagem que castiga a região oeste do Pará.

 

O anúncio foi feito após visita técnica realizada na comunidade ribeirinha de Igarapé da Praia, no interior de Santarém, região oeste do Estado. 

 

Entre as ações anunciadas estão a continuidade da distribuição de cestas básicas e água, pagamento de auxílio aos pescadores, fornecimento de combustível nas comunidades e implantação do sistema simplificado de abastecimento de água comunitário. O governador Helder Barbalho informou que o Estado já distribuiu 10.592 cestas básicas a famílias da região. 

 

“É fundamental que possamos dialogar com as comunidades que estão sendo atingidas, com as estiagens e com as secas na Amazônia. Neste momento trabalhamos de forma emergencial para diminuir o sofrimento das pessoas e poder fazer chegar benefícios que possam auxiliar atravessar esta dificuldade, mas por outro lado também consolidar ações que possam ser estruturantes, que possam ser definitivas, principalmente no que diz respeito ao acesso à água”, explicou Helder Barbalho. 

 

“Neste momento o Pará tem 21 cidades que estão em estado de emergência. O governo do Estado tem assistido com cestas de alimento e água e solicitou o apoio do Governo Federal para que, junto com os municípios, nós possamos unir esforços no enfrentamento a este momento de dificuldade por conta das urgências climáticas que tem afetado milhares de pessoas no estado do Pará e muitos dos povos amazônicos”, ponderou 

 

Integração

Já o ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho, afirmou que o Governo Federal está atuando de forma integrada para auxiliar os Estados da Região Norte do país.

 

“Nossa vinda ao local é para que possamos conhecer e entender a realidade do que está acontecendo aqui no oeste do Pará e, obviamente, com nossa presença aqui ser solidários a essas famílias que estão sofrendo essa seca”, adiantou o ministro. 

 

“A partir da orientação do presidente Lula, já foram liberados recursos empenhados de R$ 17,7 milhões para 13 municípios aqui da região. Nos próximos dias vamos trabalhar para que, na próxima, mais quatro municípios sejam atendidos e investimentos ampliados na ordem de R$ 4,4 milhões de reais, para poder atender essas famílias que estão sofrendo toda essa realidade”, informou Jader Filho. 

 

Reunião

Após a visita técnica, o governador e os ministros estiveram reunidos na Associação Comercial e Empresarial de Santarém (ACES) com prefeitos e lideranças da região.

 

No local, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, classificou a estiagem como devastadora com impactos diretos nos abastecimento de água, alimentos, produção,  saúde pública e  transporte.

 

“Nós homologamos quase de forma sumária a decretação por parte do Estado e das prefeituras da situação de emergência. Já são 21 municípios aqui do Baixo Amazonas reconhecidos pelo governo federal. Isso permite que, não só o Ministério da Integração em relação à defesa civil com ajuda humanitária, já que temos aí previsto quase 25 milhões de reais até a liberada para esses municípios, mas também o Ministério da Saúde a atuar e o Ministério da Pesca”; informou.

 

“Com a nova medida provisória que o presidente Lula baixou viabilizou o auxílio emergencial para aos pescadores, além do seguro-defeso, o Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Social, estão o orientados a atuarem para amenizar esse sofrimento. São 120 municípios  na Amazônia vivendo este ágio. E isso ainda vai ampliar”, lamentou o ministro. 

 
 
 
 
 
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