(Foto: Léo Costa/Prefeitura de Imperatriz-MA)
Notícia do dia 24/04/2021
BRASÍLIA - Entre as medidas previstas no veto do presidente Jair Bolsonaro a parte do Orçamento de 2021, está um corte de R$ 1,5 bilhões nos recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), impactando diretamente as obras do Minha Casa, Minha Vida – renomeado pelo governo Bolsonaro de Casa Verde e Amarela.
Segundo a jornalista Idiana Tomazelli, do Estado de S.Paulo, o veto praticamente zerou os recursos do programa, sobrando apenas R$ 27 milhões, insuficientes para terminar obras de 200 mil unidades.
A tesourada chamou a atenção do próprio Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), que executa a política, porque R$ 1,37 bilhão dessas despesas estavam previstas na proposta orçamentária encaminhada pelo governo em agosto do ano passado. Na classificação técnica, eram gastos discricionários do próprio Poder Executivo, ou seja, não vinham de emendas parlamentares.
Valores que haviam sido injetados via emendas também foram vetados, mas originalmente o MDR não contava com esses recursos. Eles também eram menos significativos: R$ 5 milhões em emendas de comissão e R$ 135 milhões em emendas de relator.
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