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PGR recomendou a Helder assistência e restrições no Oeste do Pará; governador visitou sete municípios

Procuradoria Geral da República chamou a atenção do governador para o estoque de oxigênio nas cidades da divisa com o Amazonas

PGR recomendou a Helder assistência e restrições no Oeste do Pará; governador visitou sete municípios Helder Barbalho, no distrito Nova Maracanã, em Faro Notícia do dia 23/01/2021

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - A Procuradoria Geral da República manteve contato com o governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), e recomendou que fosse determinado restrições mais rigorosas na região do Oeste do Pará, para conter o avanço da segunda onda do coronavírus nas cidades da divisa com o Amazonas.

 

Segundo o Estadão, a coordenadora interina do gabinete integrado do Ministério Público Federal que acompanha a pandemia de Covid-19 (Giac),  Lindora Maria Araújo, subprocuradora-geral da República e aliada de Augusto Aras, 'conversou com Helder Barbalho (MDB), sobre a situação dos estoques de oxigênio medicinal nos hospitais da região de Santarém, próximo à divisa com o Amazonas'. 

 

Segundo a PGR, o governador informou ao Giac que adquiriu 500 cilindros de oxigênio para distribuir aos municípios da região a partir de terça-feira, 26, a fim de evitar desabastecimento.

 

Helder foi pessoalmente a Terra Santa, Faro, Óbidos, Monte Alegre, Oriximiná e Santarém. Nesta sexta (22), o governador esteve em Juruti, na divisa com Parintins (AM).

 

No início da semana, no Distrito Nova Maracanã, em Faro, divisa com Nhamundá (AM), seis pessoas de uma mesma família morreram por falta de oxigênio.  

Lindora Araújo é também responsável pela condução de investigações criminais contra alguns governadores por crimes relacionados ao contexto da pandemia de covid-19, no Superior Tribunal de Justiça. 

 

Já para o governo do Amazonas, a procuradora da República se dirigiu num tom mais duro. Lindora Araújo e mais cinco procuradores deram um prazo até as 18h deste sábado (23) para que Wilson Lima (MDB), decida por um lockdown no Estado, sob pena de responder criminalmente.