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Santarém inicia programação do 'Dezembro Vermelho' nesta segunda (2)

Campanha "Dezembro Vermelho" conscientiza sobre tratamento e prevenção ao HIV/Aids.

Santarém inicia programação do 'Dezembro Vermelho' nesta segunda (2) Abertura do 'Dezembro Vermelho' acontecerá no IFPA. Foto: Divulgação Notícia do dia 01/12/2019

DEAMAZÔNIA SANTARÉM, PA - Em alusão ao mês de prevenção e combate ao HIV/AIDS, começa nesta segunda-feira (2) a programação do "Dezembro Vermelho" em Santarém, no oeste do Pará. O encontro "Falando sobre o Dezembro Vermelho", que marca o início das atividades contra a doença, acontecerá no auditório do Instituto Federal do Pará (IFPA), a partir das 8h.

 

A mobilização é coordenada pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) e pelo projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE).

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

08:00 - Credenciamento

08:30 - Abertura Oficial.

09:00 - Palestra sobre sexualidade e a epidemia do HIV/AIDS.

Palestrante: Priscila Marques da Silva, Psicóloga e Agente da Pastoral da AIDS de Santarém.

09:30 - Palestra sobre prevenção das IST's/HIV/AIDS.

Palestrante: Erek Fonseca da Silva, Enfermeiro especialista em Políticas de Gestão em IST, HIV/AIDS, Hepatites Virais e Tuberculose pela UFRN.

10:00 - Formação da MESA REDONDA

Tema: LEI Nº 13.504, DE 7 DE NOVEMBRO DE 2017. Institui a campanha nacional de prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, denominada Dezembro Vermelho.

 

DEZEMBRO VERMELHO

Há 30 anos, a Assembleia Geral da ONU e a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituíram o dia 1º de dezembro, como dia mundial de luta contra a AIDS. Diante das incertezas daquela época, quando os medicamentos ainda estavam sendo desenvolvidos, só a informação poderia combater o estigma e a discriminação. Essa foi a aposta dos comunicadores James Bunn e Thomas Netter, que levaram a proposta a Jonathan Mann, priores do Programa Global para a AIDS na OMS. A data passou, assim, a inspirar o mundo na luta contra a epidemia de HIV e pela vida.

 

O acesso à informação, métodos de prevenção e exames de diagnóstico muitas vezes se torna difícil aos jovens e adultos por falta de tempo padronizados pelas instituições públicas, tanto especializada ou de atenção básica, por suas ocupações laborais rotineiras. Sendo assim, encontrando barreiras ao acesso à educação continuada, aos insumos proteção e exames de diagnóstico. Vivendo continuamente em situações de riscos esporádicos por falta de informações ou por circunstancias, pelo o fato do não uso de métodos de proteção ou por falta de conhecimentos básicos sobre a infecção pelos IST/HIV/AIDS e Hepatites Virais.